Brincando de ser feliz

Brincriar




Brincriar Espaço Pedagógico e Recreativo completou em maio o seu primeiro ano de vida

Angelo Franchini Neto

Em maio, o Brincriar Espaço Pedagógico e Recreativo completou o seu primeiro ano de trabalhos em Lençóis Paulista. Lá as crianças encontram jogos lúdicos que divertem e ensinam, ao mesmo tempo em que os papais ficam tranquilos, pois sabem que seus filhos estão em boas mãos.

O Brincriar complementa o trabalho dos professores em sala de aula. “Temos casinha de boneca, pula-pula, piscina de bolinha e muito mais. Tudo para que as crianças possam se divertir”, destaca Márcia Oliveira, proprietária do Brincriar. “Brincamos de cabra cega, pular corda e amarelinha, fazemos gincanas, atividades com pintura e também explicamos o real significado de alguns dias festivos do ano, como por exemplo o Dia do Índio”. O auxílio nas tarefas escolares, que acontece na sala de leitura e estudos, também faz parte da rotina.



Em julho, como acontece em todas as férias escolares, o Brincriar prepara a Colônia de Férias, com brincadeiras diferentes todos os dias. “Tenho várias ideias e uma delas é de ampliar o Brincriar. Em 2020, quero ter uma área verde e uma mini fazenda, para que as crianças possam mexer na terra e cuidar dos bichinhos”, completa Márcia.

O Brincriar atende crianças de zero a oito anos de idade. O horário de atendimento é de segunda à sexta-feira, das 6h30 às 22h. Os pacotes oferecem lanchinho (café da manhã e café da tarde), almoço e janta (opcionais).

Brincriar

Um pouco de história

Márcia realizou o grande sonho de sua vida em 2 de maio de 2017, após inaugurar o Brincriar. “A ideia surgiu durante a faculdade de Pedagogia. Inicialmente eu havia pensado em montar uma clínica de psicopedagogia, mas logo mudei de opinião. Eu queria um espaço onde a criança complementasse os estudos, se desenvolvesse e pudesse brincar”.

O início não foi nada fácil, mas logo o Brincriar começou a ser reconhecido na cidade. “Fiquei dois meses aqui sem ter uma criança sequer para contar história. Ninguém ligava para pedir informações. Daí anunciei na Revista O Comércio e a procura começou. Hoje atendemos 46 crianças e temos a ideia de evoluir cada vez mais”.