Por Flávia Placideli
Marina Farão conta como renasceu entre o aço e o fogo, transformando sua história em uma marca que celebra exclusividade e força
Em um mundo em que quase tudo é produzido em série, há quem ainda escolha o caminho oposto — o da arte, da precisão e da alma em cada detalhe. Assim nasceu a Facas Soberana, marca que tem transformado o ato de cortar em um verdadeiro ritual de honra. À frente da empresa está Marina Farão, fundadora e artesã que encontrou nas lâminas a força para reconstruir sua própria história.
“A Soberana nasceu da minha reconstrução”, conta Marina. “Depois de perder tudo e abrir mão de uma carreira promissora, decidi recomeçar e fundar minha própria fábrica de facas. Nessa jornada encontrei meu maior aliado, Claudio, meu marido. A Soberana teve início em 2010 e foi forjada com um propósito: transformar o ato de cortar em um ritual de honra”.
Mais do que uma empresa de cutelaria, a Soberana é uma filosofia. Cada peça é criada como se fosse uma extensão da personalidade de quem a empunha. “Não vendemos facas, forjamos símbolos de poder”, explica Marina. “Nossas peças unem a precisão da técnica à alma da tradição, com lâminas em aço inox 420 e cabos de madeira nobre. Cada detalhe é pensado para refletir exclusividade, autenticidade e respeito à arte da cutelaria”.
O processo de criação começa muito antes do primeiro corte no aço. Cada faca nasce de uma intenção. “Pensamos em quem vai receber aquela peça, o que ela representa. Depois disso, a lâmina é recortada, temperada, polida e o cabo ganha acabamento artesanal. No fim, personalizamos com nome, brasão ou logomarca. O resultado é sempre único: uma combinação entre tradição manual e o rigor técnico de mais de 20 anos de profissão”.
O público da Facas Soberana é tão singular quanto suas peças. “São homens e mulheres que se recusam ao comum”, define Marina. “Empreendedores, churrasqueiros, colecionadores e líderes que valorizam o ritual, o momento em que a lâmina toca o alimento ou é exibida com orgulho. Para eles, uma Soberana não é só uma ferramenta, é um símbolo de status, honra e conquista”.
Mais do que o sucesso comercial, o que mais orgulha Marina é o significado que a marca carrega. “Ver artistas, empresários e pessoas comuns usando nossas facas com brilho nos olhos é o que dá sentido a tudo. Cada mensagem de quem se sente representado por uma peça nossa é uma conquista. A Soberana nasceu da minha história e hoje carrega a história de muitos”.
E para quem ainda não conhece a marca, Marina deixa um convite ou melhor, um desafio:
“A Soberana não é para todos. É para quem entende que status não se compra, se conquista. Cada lâmina é um lembrete de que o poder está nas mãos de quem tem coragem de forjar o próprio destino”.
