Para onde nos levará, nosso caro Bolsonaro?

Nelson

Participei com alegria e reconhecimento da eleição do capitão Jair Bolsonaro. Continuo realmente acreditando nele e em suas promessas de campanhas. São alguns meses de governo, comandado por uma equipe de peso e de pessoas adequadas para cada finalidade.

Paulo Guedes é um deles. O homem não gosta de ser desaforado por qualquer interlocutor mal intencionado e costuma reagir com firmeza, cobrando daqueles que continuam na política ações que deixaram de ser completadas ou de pelo menos serem tentadas. E não tem papas na língua, deixando muitas vezes claro que não está ministro somente, mas que é realmente ministro.

Nosso Brasil precisa de reformas urgentes. Não somente de reformas, mas de uma mudança total de postura política, uma mudança radical na maneira de fazer política, uma transformação intrauterina no “modus faciendi” (modo de fazer) na realização de nossa política.

Nosso ministro Sérgio Moro tem enfrentado batalhas homéricas diante de seus interlocutores adversários. E tem demonstrado uma paciência sem limites, uma paciência que nem os mais calmos dos humanos manteria, em situações às vezes totalmente injustificadas, do assalto aos cofres públicos.

Às vezes os prejuízos são tão imensos que temos todos a certeza absoluta que não haveria necessidade de tanto exagero no abocanhamento de nossas riquezas, deixando a clara certeza do extremo exagero, da mais que extrema cobiça, alcançando valores que jamais conseguiriam gastar em toda uma existência, por mais esbanjadores que pudesses ser seus detentores.

Então, volta ao meu pensamento a convicção de que poderíamos ter leis, duríssimas, na limitação dessa invasão aos cofres públicos. É isto mesmo. Que a roubalheira poderia ser regulamentada por leis fortes e sinceras, economizando bilhões de nosso rico dinheirinho, sem levar a falência nossa educação, nossa saúde, municípios e até estados, em má farra desmedida, tendo por vítima toda a população, incluindo até seus crentes eleitores que acreditaram, que esperaram, que até rezaram por administrações sinceras e, principalmente, honestas em toda a acepção da palavra.

Bolsonaro, com certeza, levará nosso Brasil a patamares há algum tempo inimagináveis. Ele é Brasil acima de tudo, é patriota na acepção da palavra, é homem de bem e quer nada mais, nada menos do que o bem não somente para a nossa castigada Pátria, como e principalmente para toda a sua população de esperançosos brasileiros.

Nelson Faillace
Escritor e poeta Lençoense

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