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Fast-foods, Isolamento, coronavírus




É fato que o novo coronavírus (Covid-19) mudou o nosso mundo e a nossa vida. Muitas destas mudanças serão temporárias, como é o caso do isolamento social. No entanto, alguns costumes irão perdurar para sempre. Um deles é a intimidade com a tecnologia, já que o trabalho home office e o EAD (Ensino à Distância) passaram a fazer parte do dia a dia de toda a população.

Eu, particularmente, sempre fui muito aberto às novas tecnologias. Talvez por ser da geração Y, a qual viu e vivenciou o alastramento da internet e a sua evolução. Cito especificamente da internet pois acredito que ela é um marco histórico dentro do processo de inovação e, hoje, ela se tornou ainda mais indispensável já que não podemos estar perto de quem amamos ou de quem precisamos estar.



Retornando ao assunto pandemia, estar isolado socialmente faz com que precisemos criar soluções para nos comunicar. E-mail, WhatsApp, Zoom passaram a ser ferramentas essenciais para estabelecer uma comunicação efetiva entre o emissor e o receptor. No entanto, nem todos aceitam essas novas tecnologias. Uns, por teimosia; outros, por desconhecimento. Os primeiros dificilmente serão convencidos da importância de se atualizarem; já os segundos poderão e deverão se salvar, pois têm vontade de aprender mais e mais.

Creio que essa mudança de paradigma, necessária, não deveria ocorrer por obrigação e de forma explosiva. Isso demanda uma construção de anos. Países da Europa e os Estados Unidos já trabalhavam com tecnologia nas escolas e no trabalho. Por isso, os impactos do novo coronavírus na comunicação não foram tão acentuados. Aqui, no Brasil, pouco se viu sobre home office ou mesmo trabalho remoto até o início da pandemia. Por isso, a mudança abrupta de costume fez e ainda faz várias vítimas. Mas creio, também, que ainda há tempo para mudarmos esse pensamento arcaico de que o papel e a caneta são insubstituíveis. É só a gente querer!

Você, leitor, que não está íntimo com a tecnologia, comece a se preocupar. Esse “novo normal”, com distanciamento e trabalho remoto, já é uma realidade. Mais do que isso: se tornou vital. Assim como no passado, quando a seleção natural “abatia” os mais fracos, agora, os que não aceitam o e-mail, WhatsApp, Zoom, entre outros, também serão passados para trás. Portanto, mãos à obra. Ou melhor, mãos ao teclado!

Angelo Franchini Neto
Jornalista, especialista em Marketing Digital e em Estratégias Competitivas: Comunicação, Inovação e Liderança