VÍRUS SINCICIAL RESPIRATÓRIO (VSR)

Com a chegada do outono e inverno há um aumento dos casos de infecções respiratórias em toda a população. Temos a Covid 19, influenza, e também, o vírus sincicial respiratório.

O VSR um vírus respiratório comum que geralmente causa sintomas leves e semelhantes ao resfriado. A maioria das pessoas se recupera em uma ou duas semanas, mas pode ser grave, especialmente para bebês e idosos. É responsável por infecções no trato respiratório inferior de lactentes e crianças menores de 2 anos no Brasil, sendo responsável por 75% das bronquiolites (inflamação aguda dos bronquíolos terminais, que são pequenas ramificações que conduzem o ar para dentro dos pulmões) e 40% das pneumonias (infecção dos pulmões).

A transmissão ocorre de pessoa a pessoa pelo contato direto com gotículas respiratórias eliminadas pela pessoa infectada quando tosse, espirra ou fala; ou de forma indireta pelo contato com superfícies e objetos contaminados nos quais o vírus pode sobreviver por várias horas.

Os sintomas respiratórios ocorrem após 4 a 6 dias da contaminação e geralmente de forma gradativa. São eles coriza, espirro, tosse, febre, chiado no peito, dor de garganta, dor de cabeça e diminuição do apetite. Em bebês muito pequenos, os únicos sintomas podem ser irritabilidade, diminuição da atividade e dificuldades respiratórias. Devemos ficar atentos aos pequenos, pois são mais vulneráveis e com maior chance de complicação.

Ainda não há vacina para prevenir a infecção por VSR. Porém há um medicamento, denominado Palivizumabe, disponível no SUS, que pode ajudar a proteger bebês com alto risco de doença grave pelo vírus sincicial respiratório.

As medidas de prevenção são: lavar as mãos frenquentemente, evitar o contato com pessoas doentes, cobrir a boca e o nariz ao espirrar e tossir, usar mascara quando estiver com sintomas respiratórios e limpar e desinfetar as superfícies em casa, no trabalho ou na escola.